Quero ser âncora  ⚓️

Te percorri cuidadosa

És licito ou ilícito?

O contornado de lanugens

Qual é a tua cor?

Inundada de um fetiche, mergulhei

Sem guardar o ar, cai de alma na volúpia

Eu te fiz posse

Eu te deixei em lassas

No abismo me perco para me encontrar

O olho d’água

Alimento da alma

O que sobra da tua vida e da minha?

Água transparente

A vida se encontra faminta

Sedenta de ser âncora

E não ver mais a superfície

Gabriela Buraick

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